terça-feira, 21 de setembro de 2010

"INS"

O que seria o amor? Escrever seus nomes no box enquanto se toma banho ou no carro em dias úmidos? Seria lembrar da pessoa antes de dormir? Ou não será dizer em alto e bom tom “eu te amo”?
E sentir calafrios quando vê a pessoa amada? O que seria o amor além de um sentimento inexplicável, cheio de atos, palavras e pensamentos incertos?
Amor, minha definição dele seria “in”. Incerto, inexplicável, inacreditável, indiscutível, incrédulo, invejável, in...
Fiquei sem “ins” para explicá-lo, novamente peço que se sinta, pois o amor pode ser muitas coisas, mesmo imperfeito para aqueles que vêem de fora, mas quem sente sabe que as noites mal dormidas, as dores de cabeça, toda aquela preocupação e todo aquele ciúmes valem a pena, sem eles o amor seria incompleto.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Seja sincero, se possível

Tentarei ser breve, mesmo que eu nunca consiga, mas no momento estou decepcionada demais com o mundo para enfeitar minhas palavras. Isso não é pessoal, eu não perderia meu tempo para criticar uma pessoa apenas, é o mundo inteiro, ou quase.
Estou cansada do mundo de mentiras, quem sabe seja culpa da época de política em que estamos passando, ou talvez seja apenas a reação da minha mente a muito tempo de calma para suportar a falsidade de mundo sem explodir. Tarde demais, cabuum!
Às vezes uma onomatopéia explica tudo, cansei, esta mais do que na hora de parar de tentar ficar calma, ta ai mais uma mentira, mentir pra si mesmo que se esta calmo ate assim ficar. Não mais... Se quiser ser falso, ok, mas longe de mim, já há muita falsidade no mundo para eu ter que me preocupar com “falsidades individuais”.
Disse que iria ser breve então é isso, re-avalie sua mente, há tantas mentiras contadas a si mesmo do que mentiras contadas aos outros, o quão você poderia ser falso consigo mesmo?

E o meu texto numero 30, que eu quis que ficasse bonito e floreado se tornou outra calamidade de minha mente, outra critica gritada que provavelmente não será ouvida, outro texto de auto-avaliação que as pessoas pensarão não ser destinado a elas, mas peço novamente, mais do que de suas belezas passageiras para cuidarem do que no final das contas é a única coisa que importa, cuidem das poucas verdades que restaram no mundo.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Sorria, o mundo esta menos perdido do que se imagina!

Hoje decidi parar um pouco e cuidar de coisas importantes, começando pelo meu pâncreas. Hehe
Decidi em 4 segundos que queria escrever algo leve e engraçado, estou cansada do clichê e de tudo mais que escrevi.
Foco, ok. Estava jogando the sims (importante não?) e me deparei com mais um dialogo imaginário enquanto fechava o jogo...

-Adeus vida simulada, oi vida real! Como esta?
-Bem... Melhor voltar a vida simulada...

Depois disso adivinhem?! Comecei a pensar em criticas as modernidades do gênero “não tenho a vida perfeita e vou simular uma” e “pra que ter amigos? Tenho twitter”. Falando em twitter, como se meche naquilo?!

Bem, mesmo não entendendo bulhufas de muitas coisas, como o jeito correto de escrever bulhufas pois não estou acreditando na correção automática, penso que eu seria mais feliz com um abraço do que com 4 horas trocando palavras simplificadas e emoticons no msn, mas isso é questão de opinião...

Agora deixe-me pensar o que me resta fazer... Sair? Não pois já é tarde da noite (ta, nem tanto), alem de que esta frio (novamente exagero, mas tenho que ter desculpas). Mais o que se pode fazer numa noite de quinta-feira?

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Com as bochechas coradas

Estou com vergonha e pressa demais pra escrever qualquer coisa então...
Encontrei uma necessidade insuportável de colocar algo que não pode envergonhar-me, algo lindo por si só. Foi ai que encontrei, na minha procura por algo a completar-me, um de meus favoritos, Charles Chaplin.

“Durante a nossa vida:
Conhecemos pessoas que vem e que ficam,
Outras que, vem e passam.
Existem aquelas que,
Vem, ficam e depois de algum tempo se vão.
Mas existem aquelas que vem e se vão com uma enorme vontade de ficar...”


E com esse gênio de palavras simples encerro, mesmo que minha vontade seja aprofundar a "vontade de ficar", estou com vergonha... Isso é novo para mim, principalmente por que não há motivo obvio para isso (como para qualquer outro sentimento).
Então encham suas mentes de idéias mirabolantes e aproveitem.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Batalha

Nunca acreditei em fatos alternados quanto essa semana, se eu tivesse mudado um minuto de minha vida, provavelmente nada teria ocorrido. Se eu tivesse calado, trocado as palavras, as atitudes... Felizmente (ou não), eu não fiz nada disso. Não sei se isso foi de todo bom, mas agora que minha realidade esta um tanto quanto colorida, posso ver o mundo nitidamente.
Mas como diriam: “não se contam os mortos antes do fim da guerra”, então vou simplesmente esperar a “guerra” prosseguir para ver se devo hastear uma bandeira branca ou entrar com unhas e dentes.