domingo, 8 de agosto de 2010

Seja um idiota

Já ouviu falar de gente estúpida? Pois você está lendo um texto de uma pessoa assim. Simples, não é? Sem necessidade de enrolar, mas é tão bom ser assim...
Para quem nunca leu ou recebeu por e-mail o texto “seja um idiota” eu recomendo dar uma olhada, quem sabe assim, com palavras de alguém que realmente sabe escrever seja mais fácil.
O texto é este:

“Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz! A vida já é um caos, por que fazemos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins. No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota!
Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.
Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto. Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo, soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça? Hahahahahaa... Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?
É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí, o que eles farão se já não tem por que se desesperar? Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não.
Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura; piora se for densa.
Dura, densa, e bem ruim. Brincar é legal. Entendeu? Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço, não tomar chuva. Pule corda! Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte. Ser adulto não é perder os prazeres da vida – e esse é o único “não” realmente aceitável.
Teste a teoria. Uma semaninha, para começar. Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são: passageiras.
Acorde amanhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir... Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração. Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore, dance e viva intensamente antes que a cortina se feche.”
Arnaldo Jabor


Às vezes esse texto me vem em mente por nenhum motivo aparente e eu começo a analisar o mundo a minha volta, começo a perceber como há pessoas que, não me levem a mal, mas nasceram idiotas, às vezes eu acho que sou uma delas, e para desespero de muitos, eu me orgulho disso. Às vezes minha idiotice se propaga, pergunte a qualquer um de meus amigos íntimos, entram nas conversas como “gente grande”, mas não permanecem com esse teatro por muito tempo. Alem de que, todos têm uma “criança” escondida, lá no fundo, e eu vivo para tentar desenterrá-la. Em alguns casos, uma piada serve, outros são mais difíceis.
E é por isso que acho que Deus me deu minha habitual teimosia, e misturada com minha idiotice me faz conseguir, não digo o impossível, mas impensável.
Às vezes isso não é de todo “bom”, já quis deixar de ser assim milhares de vezes, mas daí olho aquela pessoa, toda seria com cara de adulto contando sobre suas ulceras, eu tenho que ajudar o pobre coitado. Hehe
Claro que não é exatamente assim, mas, resumido a historia, sou assim e não posso mudar, e outra vez acho que me orgulho disso.
Se você é como eu, devia se orgulhar também, se não é me dê seu telefone, e-mail ou me encontre por ai, quero encontrar o que você perdeu há tempos, quero devolver sua idiotice.

domingo, 25 de julho de 2010

Some questions...

Como saber quando vale a pena é o que mais me pergunto, mas vale mesmo a pena me perguntar?
Vai valer a pena tudo que já foi feito até hoje?
Claro que não,
Quem não se arrepende de nada que atire a primeira pedra,
Quem nunca se arrependeu do que disse, do que fez?
Ou pior,
Quem nunca se arrependeu do que não disse, do que não fez?
Mas, se não tivesse feito ou deixado de fazer, como estaríamos agora?
Estaríamos felizes ou orgulhosos?
Iria ter valido a pena?
Mas a final, de que adianta remoer o passado, nos angustiando pela única coisa que não podemos mudar?
Podemos mudar nosso presente, podemos mudar o nosso futuro,
Então por que estamos sempre presos ao passado?
Simplesmente por que é mais fácil olhar para trás e se arrepender do que olhar para frente e ver que ainda há muitos erros para serem cometidos.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Fim da era das trevas

Lendo e relendo tudo que já por minhas mãos foi redigido, senti que fui um pouco exagerada... Ta, confesso, muito exagerada.
Mas eu estava... Bem, digamos... Eu estava apaixonada, e agora lendo tudo, percebi que não pensava em mim nos textos, apenas às pessoas que deveriam nem mesmo ter entrado na minha vida.
Depois desta afirmação minha vontade é de fazer comentários dizendo o quanto foi bom (e foi mesmo), mas prefiro nem mesmo recordar.
Agora meu coração me diz que devo confessar que recordo demais (o que é verdade), mas estou preferindo simplesmente esquecer, afinal, você mesmo me ensinou a arte de não se importar.
Quero loucamente encontrar algum assunto interessante que não seja você para escrever, nada.
Simplesmente acho que devo contar como me sinto agora, e pensei que ia me sentir pior, mas me surpreendi. Algo novo invadiu meu pensamento, pensei o seguinte: “ tenho 16 anos, o que significa que tenho muito tempo ainda pra encontrar um marido ( o que não teria acontecido entre nos dois), tenho muito tempo para namorados e muito tempo para achar gente melhor.”
Simples, brilhante! Nunca me senti melhor! Na verdade muitas vezes já me senti melhor, rejeição não é minha sensação favorita...
Mas deixa pra lá, finja que eu estou bem, pois assim parecerei, ninguém merece me ver abalada, muito menos você.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Azar

Acho dentes de leão, moedas, ganho com aquela brincadeira dos cílios, as runas estão do meu lado, joguei os dados e só deu seis...
Não pisei em nenhuma rachadura, não vi gatos pretos, não passei em baixo da escada e muito menos derrubei um saleiro.
Não consigo entender, com toda essa dita "sorte" como o azar continua?
Estou sozinha, triste, deprimida e fria, e acho que nem todos os dentes de leão do mundo conseguiriam te trazer devolva.

Decepção Particular

Não passou de uma decepção, como todos os outros. Uma decepção que foi mais longe, mas dizem que quanto maior a altura...
É, você adivinhou, maior a queda, uma queda brusca das nuvens até a realidade um tanto quanto cinza.
O lado bom? Existem alguns, primeiramente aprendi a não te amar mais e, por hora, estou indo muito bem. Também aprendi a não fazer planos com pessoas, percebi que confiamos mais nos outros do que em nos mesmos, nos deixamos de lado, mas agora não mais, do mesmo jeito que você não sonha comigo estou aprendendo a não faze-lo também.
Admito com um pouco de vergonha que ainda tenho raiva e ciúmes. O problema é que minha raiva se expande para pessoas e coisas que não tem nada a ver, quero loucamente te odiar, mas... Só de olhar pra você toda aquela ira e discursos prontos de como você foi um imbecil somem, abrindo espaço para aquele sorriso bobo.
Nessas horas queria que você se aproveitasse, voltasse, mesmo que fosse embora em seguida, mas você não volta.
E os ciúmes? Ciúmes eu tenho da outra, daquela que mesmo não estando com você ainda tem seu coração estúpido. Tal coração que deveria estar comigo, não com ela!
E entre esse vai e vem de ira e inveja, por algum motivo, sinto-me livre. Não sei exatamente de que, mas minha alma não anda tão pesada quanto eu pensei que andaria. Acho que é porque eu fiz o que deveria, espero que sua alma esteja pesada, suja e cinza por não ter feito o mesmo.
O problema é que, o que você fez afinal?